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Educação e Patrimônio Cultural

Pardal, M.V.de C.; Russi, A.; Barbosa. A.L.C. de M.; Gonçalves, N.C. A casa das mil casas: Vivenciando o patrimônio através da arte

Em 1962 o casal Paulo Pardal e Lully de Carvalho escolheu a pequena vila de Barra de São João no município de Casimiro de Abreu/RJ para a compra de um antigo casarão colonial como casa de veraneio. O péssimo estado de conservação dos casarões coloniais desta vila, cujas belezas naturais já inspiraram poetas como Casimiro de Abreu e Carlos Drummond de Andrade, se apresentou como um bom motivo para abraçar a causa de proteger a beleza arquitetônica do local. A ‘caça as antiguidades’ da região, seu restauro e conservação teve então início, assim como o registro iconográfico das paisagens e patrimônio arquitetônico locais. Inúmeras peças que permitem hoje visualizar com riqueza como se vivia e trabalhava foram sendo amealhadas e possibilitam hoje recompor um valioso quadro da vida cotidiana de um Brasil que já não mais existe, mas que sem dúvida ainda influencia nossa história.

Leia o artigo completo.

Pardal, M.V.de C.; Russi, A.; Barbosa. A.L.C. de M.; Gonçalves, N.C. A casa das mil casas: Vivenciando o patrimônio através da arte. Publicado em http://iniciativacultural.wordpress.com/2010/09/24/a-casa-das-mil-casas/

Rocha, G.; Russi, A. Educação patrimonial – O inventário de uma experiência

Este texto apresenta os resultados parciais de um programa de extensão,
desenvolvido no âmbito da Universidade Federal Fluminense na localidade de Oriximiná,
município situado no oeste do Estado do Pará, na zona fisiográfica do Baixo Amazonas.1
Trata-se do Programa de Educação Patrimonial voltado para o ensino e a pesquisa
capitaneado pelo curso de Produção Cultural/Departamento de Artes e Estudos Culturais,
de Rio das Ostras (RJ), financiado pelo MEC/SESu, com o apoio da Pro-Reitoria de
Extensão da UFF, da Secretaria de Cultura do Estado do Pará e da Secretaria de Educação
do município de Oriximiná, além de instituições dos movimentos sociais locais, a saber:
Associação dos Povos Indígenas do Mapuera (APIM), Associação dos Remanescentes
Quilombolas do Município de Oriximiná (ARQMO), Associação Moradores de Cachoeira
Porteira Remanescentes de Quilombolas (AMOCREC). Esse programa tem como objetivo
principal a formação continuada de professores da rede de ensino do município em foco
centrada na experienciação da educação patrimonial. Entre os anos de 2010 a 2011, o
Programa dedicou-se a inventariar o artesanato tradicional da região; para 2012, o foco de
atenção se dirige ao trabalho de implementação e acompanhamento dos projetos pilotos
nas escolas da rede pública de ensino.

Leia o artigo completo.

Rocha, G.; Russi, A. Educação patrimonial – O inventário de uma experiência, In: Rocha, Gilmar e Tosta, Sandra (orgs.). Educação e antropologia - construindo metodologias de pesquisa. Curitiba, CRV, 2013. ISBN: 978.85.80421-731-8

Russi, A.; Bezerra, J.; Pardal, M.V.C.; Alencar, V.P. Mesa Redonda: Patrimônio cultural: Diálogos entre a arte e a educação

Aconteceu entre os dias 14 e 18 de novembro de 2011 em São Luiz do Maranhão o XXI Congresso Nacional da Federação de Arte Educadores do Brasil com a temática “Culturas da Pesquisa – Arte, Educação e Tecnologia”. O Congresso reuniu pesquisadores, professores e estudantes de arte, artistas, arte-terapeutas, agentes culturais, mediadores de museus e outros profissionais. Além de instituições de ensino superior, associações civis, organizações governamentais e não governamentais que se voltam para a arte-educação e áreas afins com o objetivo de propiciar a visibilidade da pesquisa sobre arte, educação e tecnologia, ampliando as possibilidades de surgimento de novas abordagens relacionadas à arte/educação na contemporaneidade.

Essa edição do Congresso abordou o tema da Educação Patrimonial na Mesa Redonda PATRIMÔNIO CULTURAL: DIÁLOGOS ENTRE A ARTE E A EDUCAÇÃO.  A proposta da mesa foi promover um debate sobre práticas educativas de preservação do patrimônio cultural Brasileiro e sua articulação com a arte e o ensino formal e não-formal. Para enriquecer o debate foram escolhidas experiências de três instituições com diferentes trajetórias.  No âmbito de órgão público federal o Iphan, na perspectiva das universidades a Universidade Federal Fluminense-UFF apresentou dois relatos e no âmbito das instituições museais foi apresentado o trabalho desenvolvido pelo Museu Cidade de São Paulo.

Leia o texto produzido pela mesa na íntegra.

Russo, Kelly; Paladino, Mariana. "A lei 11.645 e a visão dos professores do Rio de Janeiro sobre a temática indígena na escola”.

Resumo:

A partir da lei n. 11.645/2008, que estabelece a obrigatoriedade do ensino da história e cultura indígena no ensino básico, a educação brasileira se viu diante de um difícil desafio: modificar sua matriz monocultural para considerar a riqueza e a contribuição da diversidade indígena para a compreensão da cultura e história nacional. O presente estudo investiga a implementação da lei n. 11.645 no estado do Rio de Janeiro. Focaremos nas representações e nas práticas de professores de escolas municipais e estaduais da região do Grande Rio, acerca da lei e do ensino sobre a realidade dos povos indígenas. Para essa análise, realizamos entrevistas, observação em escolas e questionários preenchidos por professores. A relevância deste trabalho se apresenta pela escassez de estudos em relação à aplicação da referida lei no que diz respeito à inclusão da temática indígena na educação básica.

Russo, Kelly; Paladino, Mariana. "A lei 11.645 e a visão dos professores do Rio de Janeiro sobre a temática indígena na escola”. Revista Brasileira de Educação v. 21 n. 67 out.-dez. 2016.

Documento completo:http://www.scielo.br/pdf/rbedu/v21n67/1413-2478-rbedu-21-67-0897.pdf

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