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Em andamento

A Sociologia vai à escola: programas, metodologias e linguagens

Coordenadora: Rosana da Câmara Teixeira.

O projeto pretende contribuir para a formação inicial do professor de sociologia, conjugando teoria e prática, de modo que o Licenciando desenvolva reflexões e avaliações que subsidiem sua experiência docente futura; pretende-se inovar nas ações da prática de ensino, considerando os projetos de ensino e a pesquisa de campo eixos articuladores. Atividades desenvolvidas: orientação dos subprojetos de ensino dos alunos, referentes às atividades pedagógicas produzidas pelos licenciandos nas escolas pólo de estágio, tais como: oficinas, visitas pedagógicas e culturais, cineclube, produção textual, projeto de recuperação, projetos temáticos.

Casa das Mil Casas: vivenciando o patrimônio através da arte

Coordenador: Profª. Drª. Maria Vittoria Pardal

Vice-coordenador: Profª. Drª. Alessandra Daflon

O Programa Casa das Mil Casas: vivenciando o patrimônio através da arte tem como objetivo desenvolver uma proposta de Educação para o Patrimônio inovadora. Origina-se da integração de dois Projetos de Extensão: “Educação Patrimonial em Barra de São João”, e “Viajantes do Tempo: passado de cada um, futuro de todos nós”. Vem desde 2010 se dedicando à criação de uma proposta de Educação Patrimonial inovadora através da elaboração de portfólios educacionais para serem utilizados em oficinas. A articulação das duas equipes, o crescimento das possibilidades e caráter permanente e interdisciplinar dos projetos apontou a necessidade da criação do Programa. Em 2012 foi realizado o Seminário Permanente de Educação, Patrimônio e Subjetividade que teve como objetivo aprofundar as bases teóricoconceituais da proposta. Em 2013 algumas ações serão finalizadas como a publicação do site que foi elaborado, o levantamento das peças do acervo e o banco de dados. Além de darmos continuidade ao aprofundamento da metodologia das oficinas com o projeto vinculado a este programa "Seminário Permanente de Educação, Patrimônio e Subjetividade" e a realização de oficinas.

Para maiores informações sobre o Programa 2009 a 2012 clique aqui

Futebol, emoção e sociabilidade juvenil: torcidas jovens e novos movimentos de torcedores no Rio de Janeiro

Coordenadora: Rosana da Câmara Teixeira

O surgimento dos chamados movimentos populares de torcedores, a partir de 2006 no Rio de Janeiro, revela discordâncias em relação ao tipo de ação das torcidas organizadas e a defesa de uma forma de sociabilidade torcedora distinta, que indicam novos sentidos atribuídos à paixão pelo futebol. Esta pesquisa pretende investigar características desse tipo de sociabilidade e o impacto da sua criação no sistema de relações entre as torcidas e destas com os clubes. Considera-se como panorama o processo globalizado de mercantilização do futebol e o consequente entendimento dos torcedores como consumidores, especialmente após a criação do Estatuto de Defesa do Torcedor, em 2003.

Financiador: Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - FAPERJ.

Início: 2012

Bolsistas de iniciação científica: 

Luiz Arator Carvalho Vaz (2012-2013).
Curso Ciências Sociais.
http://lattes.cnpq.br/1200600796636008

Paulo Roberto Rodrigues da Silva Filho (2013-2014).
Curso Ciências Sociais.
http://lattes.cnpq.br/8974232967354885

Está disponível o levantamento de Monografias, Dissertações e Teses, vinculados ao projeto.

Patrimônio cultural, conhecimentos tradicionais e educação indígena

Coordenação: Mariana Paladino

O projeto “Patrimônio Cultural, Conhecimentos Tradicionais e Educação Indígena” objetiva o desenvolvimento de reflexões e ações voltadas para a valorização e divulgação do patrimônio cultural indígena, no âmbito da educação básica, privilegiando uma abordagem interdisciplinar. Para tanto, dialogará com os atores que vêm trabalhando a questão no âmbito acadêmico, no âmbito dos museus indígenas e das organizações indigenistas e indígenas. O patrimônio cultural indígena tem recebido um reconhecimento no âmbito da educação escolar principalmente a a partir da lei 11.645/08, que estabelece a obrigatoriedade do ensino da história e cultura indígena,considerando sua grande riqueza e contribuição para a compreensão da diversidade da cultura brasileira. Tal legislação está propiciando a demanda dos professores da educação básica por esses conhecimentos. Contudo, ainda é praticamente inexistente a formação inicial e continuada nessas temáticas. Propomos a realização de um curso de extensão, que totalizará 30 horas de duração: “Oferecendo subsídios para o ensino da história e cultura indígena na escola”, organizado pela coordenadora do projeto em conjunto com uma professora da Universidade Estadual do Rio de Janeiro e colaboradores voluntários. Também propomos a elaboração de um livro didático para professores, que sirva como subsídio ao ensino da temática indígena na escola. Propomos ainda o levantamento, sistematização e análise de experiências e iniciativas no país, voltadas para a implementação da Lei 11.645. Pretende-se que os resultados dos levantamentos e pesquisas sejam divulgados no site do Laboep, o que contribuirá como ferramenta de informações e subsídios didáticos para professores, assim como para pesquisadores.

Saiba mais sobre o projeto.

Patrimônio Cultural, Espaço Urbano e Juventude

Coordenação: Rosana Câmara Teixeira.

Este projeto tem por objetivo desenvolver reflexões e ações voltadas para a questão do patrimônio cultural, no âmbito da educação básica. Nesse sentido, esta ação de extensão privilegia práticas sociais de memória: manifestações culturais, tradições e formas de sociabilidade juvenis que encontram no espaço da cidade território simbólico e material de suas práticas.

Patrimônio Imaterial, Conhecimentos Tradicionais e Educação Indígena: sua divulgação e apropriação na educação básica

Projeto de pesquisa:

Patrimônio Imaterial, Conhecimentos Tradicionais e Educação Indígena: sua divulgação e apropriação na educação básica

Este projeto objetiva o desenvolvimento de uma pesquisa que analise a divulgação do patrimônio cultural indígena na educação básica, procurando indagar sobre os usos e apropriações desses conhecimentos nas instituições escolares. Propoe-se realizar alguns estudos de casos em instituições educativas.

Conta com uma bolsista PIBIC: Lenecleide Silva Vaz.

Renovação de bolsa: contemplada pelos editais 2012-2013 e 2013-2014.

Projeto de extensão:

Patrimônio cultural, conhecimentos tradicionais e educação indígena

Este projeto pretende dar continuidade ao projeto de extensão realizado durante 2011, considerando a relevância da temática abordada e procurando atender demandas de maior qualificação que recebemos por parte de professores de educação básica e de alunos de pedagogia e das licenciaturas no que tange à implementação da lei 11.645/08 e principalmente sobre o ensino da história e culturas indígenas. Propoe-se o levantamento, sistematização e análise de experiências e iniciativas no país voltadas à valorização do patrimônio cultural indígena, a divulgação dos conhecimentos indígenas e seus usos e apropriações no âmbito da educação escolar. Nessa direção, considera-se fundamental identificar, materiais didático-pedagógicos, blogs, sites especializados nas temáticas do patrimônio cultural e conhecimentos indígenas. Pretende-se que este material seja divulgado no site do Laboep, o que contribuirá como ferramenta de informações e subsídios didáticos para professores, assim como para pesquisadores. O projeto também contempla a realização de oficinas e cursos. Esta proposta se articula com o projeto de extensão “Patrimônio cultural, espaço urbano e juventude”, coordenado pela professora Rosana da Câmara, que visa o levantamento e sistematização de experiências em educação patrimonial voltadas para o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Afrodescendente.

No ano de 2013, organizei o curso de extensão: “A temática indígena na escola. Subsídios para a aplicação da Lei 11.645/2008”, em conjunto com a professora Kelly Russo (UERJ), com duração de 30 horas, nos meses de maio e junho.

Conta com uma bolsista PROEX edital 2013: Diana Ribeiro dos Santos.

Política de reparação e dever de memória: perspectivas para a educação das relações étnico-raciais em escolas do Grande Rio

Coordenador: Everardo Paiva de Andrade.

Colaboradora: Rosana da Câmara Teixeira.

A lei nº 10.639/2003 pretende tornar sistemática a educação das relações étnico-raciais nas escolas brasileiras; para tanto, institui a obrigatoriedade do ensino da temática história e cultura afro-brasileira (e africana), com conteúdos incluídos nas áreas de História, Literatura e Artes. O presente projeto pretende, por um lado, refletir sobre tal intento tanto de um ponto de vista interno (na perspectiva das construções escolares desse conhecimento) quanto externo (considerando as demandas e os debates presentes no escopo da lei); por outro lado, coordenando as ações dos licenciandos de História, tenciona avaliar o estágio de implementação da proposta num conjunto definido de escolas do grande Rio.

Pontão de Cultura do Jongo/Caxambu

O Pontão de Cultura do Jongo/Caxambu é um programa desenvolvido pela Universidade Federal Fluminense (UFF), desde o ano de 2008, em parceria com dezesseis comunidades jongueiras da região sudeste. Constitui-se como um campo de investigação sobre a cultura e a identidade negra e sobre a construção de um projeto coletivo de salvaguarda de um bem registrado como Patrimônio Cultural do Brasil.

As comunidades parceiras do programa são: Caxambu da Velha Rita (Cachoeiro de Itapemirim-ES); Caxambu Filhos de Eva (Carangola-MG); Associação de Remanescentes do Quilombo Santa Rita do Bracuí (Angra dos Reis-RJ); Associação da Comunidade Negra Remanescente  do Quilombo da Fazenda São José da Serra (Valença-RJ); Jongo de Arrozal (Piraí-RJ); Centro de Referência de Estudo Afro do Sul Fluminense / Jongo de Pinheiral (Pinheiral-RJ); Associação Cultural Sementes D’África (Barra do Piraí-RJ); Associação Cultural Jongo da Serrinha (Rio de Janeiro-RJ); Caxambu Renascer de Vassouras (Vassouras-RJ); Associação Senzala Caxambu de Miracema (Miracema-RJ); Caxambu Michel Tannus (Porciúncula-RJ); Caxambu Dona Sebastiana II (Santo Antônio de Pádua-RJ); Comunidade Jongo Dito Ribeiro (Campinas-SP);  Quilombolas do Tamandaré (Guaratinguetá-SP); Jongo Mistura da Raça (São José dos Campos-SP); Jongo de Piquete: um novo olhar (Piquete- SP).

Saiba mais sobre o projeto.

Programa de Educação Patrimonial em Oriximiná

O Programa de Educação Patrimonial em Oriximiná/PA é uma ação extensionista do curso de Produção Cultural, do Polo Universitário de Rio das Ostras, da Universidade Federal Fluminense - UFF - realizado desde 2008. Integra docentes e discentes de diversas áreas do conhecimento além de representantes de outras instituições e universidades, tais como UESC e UFRRJ. O programa caracteriza-se por ações continuadas em Oriximiná/PA que articulam memória e identidade; patrimônio cultural e educação. Um dos pilares do trabalho é sensibilizar coletivamente escolas, tutores, professores e alunos para uma formação que se realize de forma autônoma. O programa busca ainda desenvolver práticas pedagógicas a partir de experiências dentro e fora das escolas. Em 2013 o programa está desenvolvendo ações que visam a formação continuada de professores/ pesquisadores bem como projetos pilotos de ensino-aprendizado voltado para o protagonismo de agentes locais.

Ações

Desenvolvimento de projetos de ensino-aprendizado a partir do acompanhamento dos trabalhos de professores em sala de aula, nas escolas municipais de Oriximiná;

Oficinas de formação continuada que abordam temas como patrimônio, autonomia, etnografia;

Grupos de estudos permanentes com bolsistas, alunos, professores e tutores do programa.

Saiba mais sobre o projeto.

Uma análise das políticas e experiências universitárias no Brasil voltadas para a inclusão e a permanência de estudantes indígenas

Coordenadora: Mariana Paladino.  

O objetivo principal do projeto é analisar as políticas e experiências institucionais de universidades públicas brasileiras voltadas para a inclusão e a permanência de estudantes indígenas. Cabe salientar a importância do objeto, já que existem poucas pesquisas sobre o tema. Embora sejam mais de 70, as universidades públicas (federais e estaduais) com programas de acesso diferenciado para povos indígenas, seja por reserva de vagas, acréscimo de pontos no vestibular, ou sistema de vagas suplementares, pouco se sabe sobre o andamento e o impacto de tais políticas. Propõe-se realizar um mapeamento geral das ações afirmativas implementadas pelas universidades para a inclusão deste segmento da população. E, a partir disso, escolher alguns estudos de caso, para analisar de que modo essas experiências estão sendo levadas a cabo, bem como o impacto desses processos formativos entre os indígenas com trajetórias acadêmicas no nível superior. Situação: Em andamento (O projeto foi contemplado pelo Edital Jovens Pesquisadores e contou também com uma bolsista treinamento).

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